Passava ele naquela rua que se traduzia nela mesma, nada mais. Todos os passos seriam leves, quentes e normais.
Passava ele naquela rua já as luzes estavam acesas, incandescentes e com a audácia de quem consegue ir para todo o lugar.
Passava ele naquela rua e mal dava pelo luar.
Passava ele naquela rua já as luzes estavam acesas, incandescentes e com a audácia de quem consegue ir para todo o lugar.
Passava ele naquela rua e mal dava pelo luar.
O mundo, desde que o conhecera, teve sempre as mesmas proporções, aparentemente ideais, mas naquela noite tudo parecia grande demais.
Passava ele naquela rua com dezenas de lâmpadas só para ele.
Passava ele naquela rua que não lhe permitia perder a sombra.
Passava ele naquela rua que lhe dava uma companhia.
Passava ele naquela rua a passo acelerado, passo que só abrandaram quando virava, saia da rua, passava para a noite e a sombra para trás ficava.
Passava ele naquela rua que não lhe permitia perder a sombra.
Passava ele naquela rua que lhe dava uma companhia.
Passava ele naquela rua a passo acelerado, passo que só abrandaram quando virava, saia da rua, passava para a noite e a sombra para trás ficava.
-a todas as companhias que nos são impostas, quando não podemos ter só a nossa.

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