Estaria, de malas e bagagens, pronta, fosse qual fosse o lugar.
E ao primeiro susurro do vento, voaria.
Já não existem cá mais caminhos.
Bastava uma promessa daquelas em que ainda acreditamos e estaria, de malas e bagagens, pronta.
Não seria problema o peso da mala, o mundo encarregar-se-ia de a carregar.
E se a sola se gastasse, os nossos pés sentiriam cada grão do chão do caminho que escolhessemos.
Iríamos de chapéu ao sol, casaco ao frio e relento à noite. Somaríamos motivos para ir enquanto ficássemos. Seríamos efémeros, como tudo o que é bom.
Já não há nada novo aqui, só nós.
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